Uchôa de Mendonça: Baderna sob encomenda

15 de setembro de 2016


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Queiram ou não, o Brasil vai mudar. Com Dilma, sem Dilma; com Lula ou sem Lula, com Temer ou sem Temer; com Aécio ou sem Aécio, vai mudar porque os tempos são de mudanças. Há uma expectativa em torno do que vai acontecer.

Esse pessoal que veio para as ruas, com o espírito de quebrar tudo, para mostrar que é contra Temer pode encontrar duas reações futuras: primeiro, da Polícia, criada para reprimir abusos; se a Polícia não for suficiente para conter os insatisfeitos por ter perdido as mantas, o governo, qualquer um que lá estiver, irá convocar as Forças Armadas e pode o país entrar num negócio que todos nós não queremos, mas que seremos obrigados a suportar: um chamado de estado de sítio, onde todos teremos que cumprir as ordens de recolhimento após as 22 horas, para não sermos presos por desrespeito à autoridade. 

É o que queremos? Claro que não, mas essa gente que está sendo insuflada, conduzida para o precipício pode ajudar a piorar a situação dos que foram apeados do poder.

Desde o advento da República, o Brasil conheceu apenas dois episódios em que os presidentes foram defenestados do poder pela prática de irresponsabilidades, as chamadas improbidades administrativas: Collor de Mello e Dilma Rousseff. Sabemos o que o PT fez para tirar Sarney do poder e, seguindo, contra Fernando Henrique Cardoso. Os fatos delituosos praticados nos governos Lula e Dilma são de uma seqüência criminosa sem limites. Como no chamado submundo comunista existe uma ordem para se esconder o delido dos líderes, Lula e Dilma viram todos aqueles companheiros que lhe eram mais caros sendo presos, condenados, nos processos mais imorais de toda a história republicana. Nunca se roubou tanto, como nos governos dessas duas pessoas eleitas pelo PT que, tomando ares de donos da nação, pintaram e bordaram com os recursos públicos. Em países sérios, estariam fora da política para o resto da vida ou trancafiados até seus últimos dias. No Brasil, os criminosos movimentam as massas geralmente caudatárias de suas ações, para a prática da baderna e crimes.

Foi legítimo o processo do impeachment contra Dilma Rousseff. Ela, ninguém pode reclamar que teve a mais ampla defesa. Até o último instante Lula exerceu seu poder para convencer senadores antes seus aliados para que votassem contra o impedimento de sua pupila, mas seria desastroso se Dilma continuasse. 

Ela acha que o mercado nacional e também o internacional estavam satisfeitos com sua condução dos negócios governamentais.

Felizmente o sistema político nacional achou que era necessário dar um basta à ação nefasta do governo Lula, uma vez que Dilma era o prolongamento dele. Felizmente chegou ao fim. Viva o Brasil!

Uchôa de Mendonça


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