Uchôa de Mendonça: A espera da água

29 de setembro de 2016
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Os desentendidos de tudo costumam culpar o homem pela ausência de chuvas, daí a seca, provocada pela sua ausência enervante , provocando, com seus efeitos, uma verdadeira calamidade.

As chuvas regulares estão previstas para retornarem em meados de 2018, com relativa intensidade, capaz de encher os mananciais, até então nunca vistos em situação tão perigosa.

Seu retorno regular a partir de meados de 2018 vem dos estudos científicos das observações solares, com suas explosões que atingem milhares de quilômetros da terra, provocando em áreas específicas a ausência de chuvas ou a insuportável torridez, devido ao sol quente e a ausência de ventos, para traze-las.

Regiões importantes do Brasil, que nunca sofreram as consequências da estiagem prolongadas estão passando por maus momentos ou devido às chuvas torrenciais, ocasionando prejuízos tremendos. Aqui mesmo no Brasil algumas cidades tem sido surpreendidas com tremendos vendavais altamente torrenciais.

O que impressiona é a falta de responsabilidade das autoridades governamentais para equacionar o problema da falta d’água, que precisa de um grande esforço no campo de seu armazenamento, com a retenção, com grandes comportas nos rios mais importantes. 

No Estado do Espírito Santo o rio Doce era navegável até Mascarenhas no início de 60, do século passado, onde florescia um mecanismo importador de mercadorias, especialmente da Europa.

À proporção que o tempo passava o rio Doce foi sendo assoreado pelo acúmulo de areia no seu leito, tomando o espaço reservado à água, para a sua navegação, o mesmo acontecendo com os rios Santa Maria, e o Cricaré, que foram aos poucos morrendo, vítima do assoreamento de seus leitos e a incapacidade gerencial dos nossos governantes.

Não existem comportas nos rios do Espírito Santo. Não se teve até agora a curiosidade de se implantar um sistema de comportas para permitir a navegabilidade dos rios, o aproveitamento para a criação de peixe, com vistas à alimentação da população. Sabe-se que o Brasil tem mais pescador do que gente... que vive agarrada às tetas do governo.

é incrível, como surgiu pescador prejudicado pelo desastre do rompimento da barragem da Samarco/Vale, em Mariana, no Estado de Minas Gerais. Milhares de indivíduos, que nunca viram uma linha de pescar, a não ser na TV ou nos b arcos de pesca. Na verdade, muito pouca gente está preocupada com o Brasil. - 


Em Brasília, Capital Federal, tem 40.000 pescadores inscritos, recebendo benefícios, e nunca colocaram uma minhoca no anzol.



Uchôa de Mendonça
é jornalista

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