Uchôa de Mendonça: Barreiras eletrônicas I

28 de abril de 2017


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Sobre o atraso em que vivemos, como sociedade, como nação, sobre a burrice catatônica de 72% da sociedade, como dizia o saudoso desembargador Antonio João Miguel Feu Rosa, composta de oligofrênicos, tenho dito que as pessoas nascidas hoje, daqui há 100 anos, quando, em termos, todas pessoas do mundo tiverem sendo substituídas na sua totalidade por outras, o Brasil continuará sendo o que é hoje, talvez até pior, graças á impressionante burocracia instalada em todos os poderes, até na prefeitura mais modesta do mais atrasado município. 


O Brasil será sempre esse negocio brabo que estamos assistindo, como ocorreu recentemente, a greve imposta “pelas mulheres” à nossa Polícia Militar, chamada um dia até de briosa...

Nas legislações internacionais sobre tráfego, as nações desenvolvidas estabeleceram como velocidade ideal, econôm ica, nas suas autovias, rodovias decentes, de um modo geral, a média de 110 quilômetros, 80 milhas nos Estados Unidos, sem limite de velocidade na Alemanha, o país mais avançado em educação e tecnologia do mundo. Lá, o povo sabe seus limites de velocidade, porque aprende nas escolas.


Em termos de atraso no sistema viário só conheço algo semelhante, com seus quebra-molas, abundantes, até, o Paraguai. Aqui, inundam nossas modestas rodovias de barreiras eletrônicas numa imoral proliferação de velocidades, como que um burocrata qualquer, na sua sala, num desses Detrans da vida, Contram, Siretran, sei lá o que dessa inundação de siglas perversas, para nos impo rem atraso, onde a imbecilidade manobra do o estabelecimento e velocidade mais tacanho do mundo. 


Quem vai de Colatina para Baixo Guandu enfrenta em torno de 16 redutores eletrônicos de velocidade e incontáveis quebra-molas, cada qual ao gosto do cabeçudo que o “fabricou”, o mesmo acontecendo com a velocidade imposta pela barreira eletrônica, o que faz que andemos como tartarugas morro acima e morro abaixo, num critério imbecil, que só as pessoa de raciocínio curto (cabeça de pote, como dizem no Nordeste) podem elaborar tal estultice.

Uma das coisas mais desagradáveis para mim é ir de carro a Belo Horizonte. Poderia ir de avião mas, invariavelmente, para ir a BH tenho que tomar um avi&at ilde;o, que vai ou que vem, que me leva a Brasília e de lá volto para BH. Ando como caranguejo porque pagamos os combustíveis mais caros do mundo e a aviação não suporta competir com as aeronaves das companhias estrangeiras que não podem operar a curta distância no Brasil.


O que me parece mais estúpido, mais indecente, inverossímil, até, é a incapacidade da Justiça em ver essas coisas, uma vez que ela- é verdade- a Justiça, o maior antro de burocratas.



Quer ver o que é sofrimento? Entra com uma ação 

na Justiça.

O Dnit sabe: O Brasil tem as piores rodovias do mundo.



Uchôa de Mendonça
é jornalista

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