Uchôa de Mendonça: Destruidores de sentimentos

5 de maio de 2017

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Quando assistia, lá pela década de 70, a invasão de terras, pelos chamados de “sem terras”, como lá no meu São Mateus, sob a bandeira odienta dos padres combonianos, Pastoral da Terra e outros grupos religiosos apenas de fachada, ficava imaginando: pobres diabos, o que querem é a posse da terra para negócios escusos. Jamais essa gente sem escrúpulos irá produzir nada. Essa gente invasora não tem vocação para o trabalho.

O tempo passou e, volta e meia, ao sabor da má política ou de uma religiosidade vagabunda, que ainda quer transformar o Brasil num paraíso socialista, tipo Cuba, ainda ecoam gritos de invasores sob o comando de “religiosos”, uns apelidados de ONGs que, vindo não sabemos de onde, invadem propriedade apenas com objetivo de destruir a propriedade alheia, pilhar o que amealharam, vendem o que encontram pela frente.

Tudo passa, dizia meu pai, diante da turba maldita que não respeita nada, porque seu instinto é a destruição, é a busca incessante do patrimônio alheio, pela incapacidade de produzir.


Desde os tempos mais remotos, dizem, os fenícios, inventaram a arte da comercialização a base de desenvolvimento dos povos é a produção e a comercialização de bens de consumo duráveis e alimentos. No chamado empirismo da raça humana a prestação de serviço surgiu com a industrialização, que teve como berço a Inglaterra e se alastrou pela Europa, a quem podemos chamar o berço da civilização, onde surgiu o empreendedorismo, a invejável força criadora da humanidade.

Tomemos uma fábrica de tecidos, como exemplo, ou até mesmo uma moderna montadora de automóveis, dos nossos dias presentes. Quem mandou o empreendedor adquirir aquela parafernália de equipamentos, botar naquelas máquinas, milhares de trabalhadores ,sob o comando de profissionais competentes ,para produzir panos e máquinas, motores, automóveis. Ninguém mandou, ninguém deu dinheiro a ele para assim proceder. Foi o espírito empreendedor.

E empreendedorismo rural, aquele que adquire máquinas e implementos, planta milhares de hectares de soja, milho, arroz, feijão, trigo. Não foi empurrado por órgãos governamentais, mas pela sua livre iniciativa, sua capacidade criadora de riquezas.

Ao longo do tempo, como agora, presentemente, os invasores de terras, sob o comando de gente com idéias curtas, de sistema coletivista, comunista, quer ,através das invasões, dominar o mundo, mas não possuem a capacidade geradora da multiplicação, da determinação para produzir.


O que assistimos hoje, nos dias presentes ainda, sob o comando maldito de religiosos sem escrúpulos, as invasões de terras, continuamos dizendo com nossos próprios botões: invasores de merda, destruidores de sentimentos, destruidores da nação, de propriedade alheia, inimigos do Trabalho, usurpadores, ladrões.



Uchôa de Mendonça
é jornalista

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