Uchôa de Mendonça: Reforma trabalhista

26 de julho de 2017
NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.


Eu, ninguém, nenhuma pessoa pode adivinhar, predizer se o Brasil daqui 100 anos s erá uma nação composta de sociedade medianamente séria, responsável, voltada para os elevados interesses nacionais e da sociedade como um todo.

Com essa gente que está no poder, nada pode dar certo. Assistimos, recentemente, o esforço do senador Ricardo Ferraço no seu trabalho de relator da reforma da legislação trabalhista. Louvemos o trabalho do representante capixaba que, parece, logrou parcial êxito com sua determinação. Resta saber o que virá depois, com as brechas da lei que permitirão ao Presidente da República legislar por Medida Provisória ou por decreto, sobre alguns aspectos da reforma.

Reforma de verdade, da CLT seria, primeiro, extinguir, com seus milhões de processos a Justiça Trabalhista. Essa estultice n& atilde;o pode ser considerada como justiça, isso é uma aberração, onde raros juízes se salvam, por coragem e determinação, por não servir de manobra corporativa. Ainda não vamos assistir o Brasil mudar. Falta muito, mas muito mesmo, para termos mudanças de verdade. Quero ver a legislação trabalhista funcionar como nos Estados Unidos, inclusive a previdência social, não com aquele penduricalho do Obama, derrubado pelo presidente Trump, por estabelecer uma bola de neve de gastos público inteiramente insustentável pelo tesouro.

O Brasil é um país suigeneres, invulgar, diante da parafernália burocrática que possui. Não sei quando ocorrerá a eleição de um presidente inteligente, capaz de convencer, como candidato, que o eleitorado eleja um Congresso que sej a composto majoritariamente de gente inteligente, capaz de reformar o país. Um país, uma sociedade não podem caminhar com os grilhões da mais estúpida burocracia atados aos seus pés. Tem 74 anos que Getúlio Vargas assinou a lei criando a Justiça do Trabalho. No começo eram apenas juntas de conciliação e julgamento, transformada nesse monstrengo de milhões e mais milhões de processos amontoados a um orçamento anual, para manter tal estultice, de 18 bilhões de reais, quando as decisões que favorecem aos trabalhadores não chegam a 8 bilhões de reais.

Vimos, ao final, na hora da votação da reforma da legislação trabalhista o que fizeram as senadoras do PT, ocupando a mesa diretora do Senado por 7 horas seguidas, onde almoçaram, num atestado de delinquência democrática que nos envergonha como nação metida a líder. Líder em que ? Em leis absurdas ? Em multiplicações indecentes de leis e processos jurídicos os mais diversos?                        

Vamos ver no que vai dar a reforma trabalhista...



Uchôa de Mendonça
é jornalista

COMENTAR

COPYRIGHT© 2007-2014 Don Oleari Ponto Com - Todos os direitos reservados - aldeia verbal produções e jornalismo - CNPJ: 15.265.070/0001-49